Maior flexibilidade na fabricação de plástico com o sistema I/O SafetyBridge

Visão geral

Área de acabamento da instalação para produção de plástico  

Na área de acabamento os diversos produtos são completados e empacotados

  • A Chemours Netherlands B.V. produz principalmente plásticos.
  • Até agora nas áreas de acabamento e empacotamento eram utilizados controladores de segurança com cabeamento fixo e, assim, sem flexibilidade.
  • Os sistemas I/O com SafetyBridge Technology podem ser conectados com facilidade nos controladores padrão S7 da Siemens, completamente integrados na rede existente e operados de forma independente do controlador padrão.
  • Com a nova solução de segurança, a Chemours obtém maior flexibilidade e, em simultâneo, a conformidade com as rigorosas diretrizes de segurança.

Perfil do cliente

Johan Sterrenburg, diretor técnico  

Johan Sterrenburg, diretor técnico de sistemas elétricos e equipamento de medição

Na Chemours Netherlands B.V. mais de 500 colaboradores produzem em uma instalação extensa principalmente plásticos de marcas conhecidas como Teflon, Opteon e Viton, que são utilizados em revestimentos antiaderentes e produtos de refrigeração. Dentro do grupo Chemours, esta unidade de fabricação fundada em 1959 é a maior na Europa.

Aplicação

Linha de empacotamento na área de acabamento  

Os sensores de segurança e as chaves de posicionamento estão integrados na solução de automação através de SafetyBridge

Cada unidade de produção existente nas instalações da empresa é controlada e monitorada a partir da sala de controle central, onde se juntam os dados importantes de todos os processos de fabricação. Na área de acabamento, onde os diversos produtos são completados e automaticamente empacotados para o envio, o controle das máquinas ocorre através de PLC instalados no local, que trocam seus dados através de PROFIBUS e PROFINET. Os colaboradores podem acessar aos dados de processo em vários painéis de operação montados em diferentes locais e, deste modo, controlar os processos e, se necessário, corrigir desvios. Porém, de forma geral, em caso de uma mensagem de alarme, os parâmetros do processo devem ser ajustados centralmente a partir da sala de controle.

Originalmente, o processo principal tinha um controlador de segurança próprio, enquanto nas áreas de acabamento e empacotamento eram utilizados sistemas com cabeamento fixo e, assim, sem flexibilidade. Por este motivo, os responsáveis empreenderam um projeto para modernizar o PLC de segurança antiquado. As atividades visaram obter uma maior flexibilidade e, em simultâneo, a conformidade da nova solução com as rigorosas diretrizes de segurança do operador da instalação.

Solução

Módulos SafetyBridge montados no quadro de comando  

No quadro de comando das linhas de empacotamento estão montados módulos LPSDO da versão 3

Johan Sterrenburg, diretor técnico de sistemas elétricos e equipamento de medição na unidade de Dordrecht, explica: "Logo desde o início das atividades que se tornou claro que o nosso foco tinha de estar na separação do sistema de segurança do controlador principal. Depois de termos verificado e avaliado todos os conceitos de solução, optamos pelo sistema I/O Inline com a SafetyBridge Technology (SBT) certificada pela TÜV. Tal se deveu à possibilidade de fácil acoplamento da solução no controlador padrão S7 da Siemens que, em simultâneo, abrange uma unidade central de processamento de segurança própria. Por este motivo, a solução pode ser integrada na rede existente e, mesmo assim, ser operada de forma independente do controlador padrão."

Uma vez que os dispositivos das áreas de acabamento e empacotamento estão distribuídos em uma grande superfície, devido ao sistema I/O de segurança de instalação descentralizada, agora os sensores de segurança e as chaves de posicionamento de todos os processos podem ser pela primeira vez integrados na solução de automação. Na prática, a Chemours utiliza nas duas linhas de empacotamento a versão 3 do módulo LPSDO (Logic Programmable Safe Output Device) do portfólio SBT. Na configuração atual, isto permite controlar através da rede até 16 bornes de entrada ou saída via acesso remoto. Se no futuro forem necessários mais sinais de segurança, podem ser acrescentados módulos I/O adicionais ou na solução será integrado um novo módulo LPSDO com os I/Os correspondentes.

O módulo lógico gera e controla o protocolo de segurança e processa a lógica de segurança. Para a implementação das funções de segurança, o software de configuração SAFECONF inclui blocos correspondentes baseados na especificação PLCopen. Do ponto de vista do PLC padrão, o sistema SBT é um módulo I/O usual para a transmissão de pacotes de segurança. O conteúdo destes pacotes é continuamente controlado pelos módulos de segurança. Se for detectado um desvio, o módulo lógico coloca o sistema imediatamente em um estado seguro. Os dados de estado são transmitidos para a sala de controle central.

Resumo

Após a implementação da lógica de segurança, a distribuição e o respectivo local de instalação dos módulos I/O na rede deixam de ter importância, uma vez que eles não influenciam a lógica de segurança. Para a implementação e o reequipamento da lógica de segurança no controlador padrão existente, o programador não necessita de experiência especial ou de formação na área da segurança funcional. Globalmente, com a implementação do conceito SafetyBridge a Chemours implementou agora na fábrica de Dordrecht um sistemas de segurança com certificação da TÜV, funcionando de forma independente do controlador padrão S7 e, mesmo assim, completamente integrado na rede existente da instalação.

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